Anjo, homem, príncipe
Gosto e encanto da minha vida
Minha inspiração e um pouco de ídolo
Te amo.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Joyce, poética e Intimacy
Extraído de A Portrait of The Artist as a Young Man, de James Joyce:
"A glow of desire kindled again his soul and fired and fulfilled all his body. Conscious of his desire she was waking from odorous sleep, the temtress of vis villanelle. Her eyes, dark and with a look of languor, were opening to his eyes. Her nakedness yielded to him, radiant, warm, odorous and lavish limbed, enfolded him like a shining cloud, enfolded him like water with a liquid life: and like a cloud of vapour or like waters circumfluent in space the liquid letters of speech, symbols of the element of mystery, flowed forth over his brain."
Pronto. Em um parágrafo você descobre o que é inspiração, e entende como funciona. E de uma coisa dessas acima, sai uma coisa dessas abaixo:
Intimacy
I don't want to possess,
for I want him to want to come home to me.
I want him to need me consciously.
I don't want to own either,
for I want him to have the choice to always stay.
I want him to choose to stay, every day.
I want to be intimate,
for this is the only way I feel like one entire person,
not a shard
not a piece
of a woman who lacks something.
I love him deeply.
I need him strongly.
I want him with me.
And I feel calm enough to wait.
Wait for him to come back,
Wait for his arms,
Wait for his eyes,
Wait for his love,
Now,
In a bit,
And forever.
22:57 13/11/2008
"A glow of desire kindled again his soul and fired and fulfilled all his body. Conscious of his desire she was waking from odorous sleep, the temtress of vis villanelle. Her eyes, dark and with a look of languor, were opening to his eyes. Her nakedness yielded to him, radiant, warm, odorous and lavish limbed, enfolded him like a shining cloud, enfolded him like water with a liquid life: and like a cloud of vapour or like waters circumfluent in space the liquid letters of speech, symbols of the element of mystery, flowed forth over his brain."
Pronto. Em um parágrafo você descobre o que é inspiração, e entende como funciona. E de uma coisa dessas acima, sai uma coisa dessas abaixo:
Intimacy
I don't want to possess,
for I want him to want to come home to me.
I want him to need me consciously.
I don't want to own either,
for I want him to have the choice to always stay.
I want him to choose to stay, every day.
I want to be intimate,
for this is the only way I feel like one entire person,
not a shard
not a piece
of a woman who lacks something.
I love him deeply.
I need him strongly.
I want him with me.
And I feel calm enough to wait.
Wait for him to come back,
Wait for his arms,
Wait for his eyes,
Wait for his love,
Now,
In a bit,
And forever.
22:57 13/11/2008
sábado, 25 de outubro de 2008
Speechless
What else could I ever,
Ever possibly say at this point,
At this point to you other than,
'Come'?
Ever possibly say at this point,
At this point to you other than,
'Come'?
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
(des)apego
Um amigo meu sempre dizia: "Tudo o que vem girando causa mais DANO." Esse mesmo amigo também dizia, em momentos super oportunos: "Desapego." Mas desapegar, como fäs/
Eu tinha apego a uma vida que era só imaginação. Eu era apegada a uma felicidade que só existia na minha cabeça... tanto que, sem ela, a minha vida não mudou tanto assim. Na verdade, só a minha cabeça mudou - e isso salvou minha vida.
Eu agora tenho apego a mim mesma.
...Tá, mentira. Também tenho apego as minhas coisas... passei o resto do dia triste por ter doado roupas que eu gostava muito, mas... se eu não jogar os saquinhos de areia lááá embaixo, como o meu balão de glitter laranja vai conseguir voar mais alto? (...q q tem ele ser de glitter laranja? Eu adoro glitter, E adoro laranja u.u')
Soltar o peso extra da minha vida foi um passo terrível, e deu muito medo. Mas hoje eu me sinto a pessoa com mais potencial do mundo. Eu posso fazer o que eu quiser. Eu posso ser o que eu quiser. E agora eu quero luxo e glamour, leitor querido. Quero me divertir, quero ser feliz, quero ser real. Quero algo real, mesmo se efêmero.
Cansei de brincar de faz de conta. Minha imaginação é fértil e aguentaria o tranco, mas eu tenho mais o que fazer... como investir em mim e na minha carreira.
Eu ainda, em algum cantinho isolado da minha psique caleidoscópica, sonho em ser 'feliz para sempre' com alguém. Mas as coisas não vão ser tão fáceis dessa vez.
...A (triste) verdade é que eu fiquei muito amarga.
Ainda assim, eu queria. Mas não sonho e penso com isso o tempo todo, como eu fazia antes. Eu cresci mais do que se tivesse tomado seiva de Fangorn. E agora meus níveis de exigência estão chegando a um ponto ideal, com tantos pré-requisitos que vai ser praticamente impossível preencher a todos.
Quero charme, quero risadas, quero conversas diferentes, sobre coisas diferentes. Quero pegada e quero fogo. Quero eloqüência (é tão difícil assim?), quero dedicação.
Bottom line is... Quero alguém que se sinta ganhador da loteria por ter me "ganho". E eu não vou me preocupar com isso como se não houvesse amanhã... as coisas acontecem sozinhas. Good things happen to good people, and I CAN wait for mine to come. Yay me!
Eu tinha apego a uma vida que era só imaginação. Eu era apegada a uma felicidade que só existia na minha cabeça... tanto que, sem ela, a minha vida não mudou tanto assim. Na verdade, só a minha cabeça mudou - e isso salvou minha vida.
Eu agora tenho apego a mim mesma.
...Tá, mentira. Também tenho apego as minhas coisas... passei o resto do dia triste por ter doado roupas que eu gostava muito, mas... se eu não jogar os saquinhos de areia lááá embaixo, como o meu balão de glitter laranja vai conseguir voar mais alto? (...q q tem ele ser de glitter laranja? Eu adoro glitter, E adoro laranja u.u')
Soltar o peso extra da minha vida foi um passo terrível, e deu muito medo. Mas hoje eu me sinto a pessoa com mais potencial do mundo. Eu posso fazer o que eu quiser. Eu posso ser o que eu quiser. E agora eu quero luxo e glamour, leitor querido. Quero me divertir, quero ser feliz, quero ser real. Quero algo real, mesmo se efêmero.
Cansei de brincar de faz de conta. Minha imaginação é fértil e aguentaria o tranco, mas eu tenho mais o que fazer... como investir em mim e na minha carreira.
Eu ainda, em algum cantinho isolado da minha psique caleidoscópica, sonho em ser 'feliz para sempre' com alguém. Mas as coisas não vão ser tão fáceis dessa vez.
...A (triste) verdade é que eu fiquei muito amarga.
Ainda assim, eu queria. Mas não sonho e penso com isso o tempo todo, como eu fazia antes. Eu cresci mais do que se tivesse tomado seiva de Fangorn. E agora meus níveis de exigência estão chegando a um ponto ideal, com tantos pré-requisitos que vai ser praticamente impossível preencher a todos.
Quero charme, quero risadas, quero conversas diferentes, sobre coisas diferentes. Quero pegada e quero fogo. Quero eloqüência (é tão difícil assim?), quero dedicação.
Bottom line is... Quero alguém que se sinta ganhador da loteria por ter me "ganho". E eu não vou me preocupar com isso como se não houvesse amanhã... as coisas acontecem sozinhas. Good things happen to good people, and I CAN wait for mine to come. Yay me!
domingo, 12 de outubro de 2008
S.O.S.
Socorro, leitor. Trinny e Susannah passaram pelo meu guarda-roupa e levaram quatro sacos de 50L cheios. E agora, cadê as duas mil libras pra que eu o renove?
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Possessed Beauty
How can I deny the way I feel?
By denying my feelings
I would deny myself.
I feel a craving I cannot fulfill alone.
I feel a desire I can't quite control.
I feel a warm glow flow in my chest.
I feel something being re-created
--Something long gone and deceased,
--Something that seems to grow in light,
Caused by a beauty I have before forbidden myself to see.
But now I am free to see, and,
May my Mentor forgive me,
For this is Beauty indeed,
And I want to own it.
'Beauty', he said once, 'is not to be owned;
It is to be seen, loved, admired, quite Platonically,
But it is not to be owned.
Then, it would turn into something... else.'
I believe you, O Mentor,
But this feeling I cannot deny;
This beauty I must own.
I must possess it as my own.
I must kiss him, hold him, smell him,
Savor all the beauty in that person,
Savor it as if there was no tomorrow,
Freely and joyfully,
I must hold that beauty close to me.
But why must I? Why the painful craving?
Why has the rebirth of my soul
Turned out to be more than I expected?
And still,
Why do I get less
Much less
Of all the fire I expected?
I seem to be alive again;
Not for that person, but for myself.
Though it would be just perfectly lovely
To own that beauty as I love myself.
By denying my feelings
I would deny myself.
I feel a craving I cannot fulfill alone.
I feel a desire I can't quite control.
I feel a warm glow flow in my chest.
I feel something being re-created
--Something long gone and deceased,
--Something that seems to grow in light,
Caused by a beauty I have before forbidden myself to see.
But now I am free to see, and,
May my Mentor forgive me,
For this is Beauty indeed,
And I want to own it.
'Beauty', he said once, 'is not to be owned;
It is to be seen, loved, admired, quite Platonically,
But it is not to be owned.
Then, it would turn into something... else.'
I believe you, O Mentor,
But this feeling I cannot deny;
This beauty I must own.
I must possess it as my own.
I must kiss him, hold him, smell him,
Savor all the beauty in that person,
Savor it as if there was no tomorrow,
Freely and joyfully,
I must hold that beauty close to me.
But why must I? Why the painful craving?
Why has the rebirth of my soul
Turned out to be more than I expected?
And still,
Why do I get less
Much less
Of all the fire I expected?
I seem to be alive again;
Not for that person, but for myself.
Though it would be just perfectly lovely
To own that beauty as I love myself.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Aborted Soul
I feel dead inside.
Yesterday afternoon, my soul
was ripped from my chest.
I am really not myself.
Something has died in me,
it felt like an abortion.
There's a void in my chest.
I only wait and hope, but...
How will I bring back an
aborted soul?
I used to see beauty and bliss,
everything is gone.
I used to feel happiness and love,
everything is gone.
I used to dream, but how could I dream?
Everything is gone...
And how will I bring beauty
back into my soul?
If I see myself now, I'll cry.
If I hear certain things now, I'll cry.
I'm not who I am anymore.
I'm not alive anymore.
I have become a zombie.
Zombie as I am, in this undead life,
All that is holy hurts me,
all that is beautiful annoys me,
all that is lovely stings.
Love stings when it's not here.
Love does not lift me anymore.
Love is petrified and still.
Will I receive a Remedy?
Will I be Revivified?
Will my love be Softened back
to life?
Will I come back alive?
...Will I come back alive?
domingo, 27 de julho de 2008
Come get some
Ah, a doce nostalgia de jogos antigos... seja por não ter grana suficiente pra comprar um PS3 (ou mesmo um PS2), eu sou Old School. E essa música é a síntese disso tudo. Bom, essa e o coral cantando o tema do Mario, abaixo:
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Férias + ócio = bagunça
Sim, aí está uma equação facinha, facinha. Não tem nada pra fazer? Faça arte, bagunce e lambuze-se. No bom sentido, é claro. Eu resolvi fazer arte em madeira. Eu já fiz três peças e estou fazendo mais uma. Tenho pelo menos mais duas idéias pra fazer em outros momentos, mas eu acho que as minhas férias vão acabar antes que eu consiga realizar todas.
Essa é a minha primeira peça - uma capelinha antipoeira pros meus santinhos. Batizei de Janelinha Pro Céu e é simplesmente fofa. Fãs do DIY (Do It Yourself), anotem bem: eu já tinha os santinhos e comprei a caixa de madeira pronta. Passei uma mão de tinta branca nela toda, outra mão de tinta branca nos lados de fora, uma mão de azul celeste na parte de dentro, inventei uma pátina com o branco nas bordas da frente pra mesclar as duas cores um pouco. Colei os santinhos, a bijuteria e o terço com cola quente, cortei uma transparência no tamanho da caixa e a colei nas bordas da frente com cola quente também. Essa parte tem de ser feita muito rápido, pois a cola endurece rapidinho. Para pendurar na parede, chutei o balde: peguei um GRAMPO DE CABELO, enchi de cola quente atrás e ele não caiu até hoje. Faz quase um ano que eu fiz essa peça, é uma fofa, adoro. Você pode fazer isso com qualquer bibelô ou badulaque que tiver em casa (ouviu, Quinto Elemento?).
Essa é a minha terceira peça - não tenho fotos da segunda peça agora, mas quem sabe nos próximos posts, não? Aguardem - é um porta-chaves funcional que também serve de painel de mensagens ou recados, que eu terminei hoje mesmo. Comprei o porta-chaves pronto, passei uma demão de branco nele todo e uma demão de marfim na frente. Depois de secar bem, escrevi à mão "Home is where the heart is" com caneta permanente (desculpem, a foto ficou fora de foco). Comprei um post-it grande de uma marca inferior à Post-It (porque sai mais barato - mas esse aí não cola em lugar nenhum a não ser nele mesmo e em papel na horizontal) e usei cola quente para fixa-lo à madeira. No canto inferior direito, usei cola quente para colar APENAS A TAMPA DE UMA BIC PRETA DE PONTA-CABEÇA. Assim, não tem cordinha pra prender a caneta, e quando a caneta acabar, compro outra BIC.
Divirtam-se com a bagunça. ^.^
Divirtam-se com a bagunça. ^.^
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Corrida Maluca
O que na minha antiga vida era conhecida como a SEMANA DO HORROR tornou-se a Semana da Corrida Maluca. Tudo é tão mais colorido, as pessoas sorriem, a pressão não vem dos outros, e sim de você mesmo(a). A vida é melhor aqui. *abraça uma árvore*
"Corrida Maluca por quê?", você pergunta. Porque há muito a fazer, e deve-se correr para conseguir. O problema aqui não é conseguir, e sim chegar em primeiro. Ou pelo menos aparecer no pódio né. E Maluca não só por causa do desenho vintage delicioso, mas também pelo fato de que o tempo passou, as cabeças se encheram de suculento conhecimento, e tá todo mundo louco. *risada da Bellatrix*
Lembrete pessoal: imprimir ou comprar camisetas da Corrida Maluca para a próxima Semana da Corrida Maluca. Pensa: uma camiseta com cada carro *.*
Aaaaaaaaaagh preciso de dinheiro. Alguém aí precisa de tradução? Eu faço! .o/
E cá estou eu de volta, nos boxes, corrida feita, esperando os resultados finais, e vendo em quais modalidades eu acabei no pódio. Três de seis têm pódio, sendo pelo menos duas com primeiro lugar, u h u l . As outras três estão sendo devidamente calculadas e analisadas pelos Juízes; a Corrida Maluca deles ainda não acabou. Boa sorte a eles: o Fã dos Simpsons, a Quinto Elemento e a Close Reader: godspeed to y'all.
Aos meus companheiros de corrida, curtam a folga. E eu vou lá jogar Sims 2, tchau.
"Corrida Maluca por quê?", você pergunta. Porque há muito a fazer, e deve-se correr para conseguir. O problema aqui não é conseguir, e sim chegar em primeiro. Ou pelo menos aparecer no pódio né. E Maluca não só por causa do desenho vintage delicioso, mas também pelo fato de que o tempo passou, as cabeças se encheram de suculento conhecimento, e tá todo mundo louco. *risada da Bellatrix*
Lembrete pessoal: imprimir ou comprar camisetas da Corrida Maluca para a próxima Semana da Corrida Maluca. Pensa: uma camiseta com cada carro *.*
Aaaaaaaaaagh preciso de dinheiro. Alguém aí precisa de tradução? Eu faço! .o/
E cá estou eu de volta, nos boxes, corrida feita, esperando os resultados finais, e vendo em quais modalidades eu acabei no pódio. Três de seis têm pódio, sendo pelo menos duas com primeiro lugar, u h u l . As outras três estão sendo devidamente calculadas e analisadas pelos Juízes; a Corrida Maluca deles ainda não acabou. Boa sorte a eles: o Fã dos Simpsons, a Quinto Elemento e a Close Reader: godspeed to y'all.
Aos meus companheiros de corrida, curtam a folga. E eu vou lá jogar Sims 2, tchau.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Tenha medo.
Tenha MUITO medo.
Sério, me mata. Eu sou o Hitler. Ou melhor, eu sou paranóica q nem o Hitler. Meeedo. o.o
Tá, eu sei q eu to numa onda de testes, mas esses testes são muito legais. :F
Sério, me mata. Eu sou o Hitler. Ou melhor, eu sou paranóica q nem o Hitler. Meeedo. o.o
Tá, eu sei q eu to numa onda de testes, mas esses testes são muito legais. :F
segunda-feira, 30 de junho de 2008
o.O
Eeentão tá né. Platoon? Mas Platoon não é aquele filme chocante e comovente sobre a guerra no Vietnã? ...Preciso ver de novo isso. Cinéfila, socorro. Pq eu sou o Platoon? *se morde*
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Spider Girl
Your results:
You are Spider-Man
Click here to take the Superhero Personality Test
E eu q sou o Homem-Aranha? Não sei pq, mas fiz esse teste sem ter um palpite em quem eu achava q ia ganhar. Olhó. Mas pensando bem, faz sentido.
Nerd, pouca grana, nerd, metida a engraçadona, nerd, esforçada pra virar inteligentinha, neeerd... aquela coisa. É, gostei.
E SIM, existe uma Spider Girl... May Parker, a filha do Aracnídeo, acabou por herdar os poderes dele e é a Garota-Aranha. Isso num universo alternativo ou futuro ao universo Marvel, pelo menos da época q eu parei de gastar R$10 por gibi, deve fazer uns 5 ou 6 anos. Muita coisa mudou desde então, mas eu não ligo mais. Gosto mais do Old School (gibi barato no sebo). Nesse ponto da trajetória, o Peter lutou com o NETO do Duende Verde original e se machucou um bocado (norrrmal né, vindo dele), tendo se "aposentado" a partir daí. Mas eu sei pouco sobre Marvel Comics, meu. Quem sabe mesmo é o Mestre do *explosão* PHEEEEEE.
You are Spider-Man
| You are intelligent, witty, a bit geeky and have great power and responsibility. |
Click here to take the Superhero Personality Test
E eu q sou o Homem-Aranha? Não sei pq, mas fiz esse teste sem ter um palpite em quem eu achava q ia ganhar. Olhó. Mas pensando bem, faz sentido.
Nerd, pouca grana, nerd, metida a engraçadona, nerd, esforçada pra virar inteligentinha, neeerd... aquela coisa. É, gostei.
E SIM, existe uma Spider Girl... May Parker, a filha do Aracnídeo, acabou por herdar os poderes dele e é a Garota-Aranha. Isso num universo alternativo ou futuro ao universo Marvel, pelo menos da época q eu parei de gastar R$10 por gibi, deve fazer uns 5 ou 6 anos. Muita coisa mudou desde então, mas eu não ligo mais. Gosto mais do Old School (gibi barato no sebo). Nesse ponto da trajetória, o Peter lutou com o NETO do Duende Verde original e se machucou um bocado (norrrmal né, vindo dele), tendo se "aposentado" a partir daí. Mas eu sei pouco sobre Marvel Comics, meu. Quem sabe mesmo é o Mestre do *explosão* PHEEEEEE.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Camiseta da Turma
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Pleonasmo
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Frustração.
A Close Reader disse uma vez: "Always have a B plan" e eu não a ouvi. Ou melhor, como diz o Sherlock, eu ouvi mas não escutei.
Passei as três últimas semanas empolgada, extasiada, esperançosa de que algo de muito bom pudesse acontecer comigo. Algo que salvaria a lavoura, algo que me lançaria ao estrelato, algo que seria realmente muita sorte se realmente tivesse acontecido, pelo menos a esta altura do meu (novo) campeonato.
Mas eu me segurei nessa opção e não bolei um Plano B, como a Close Reader mandou. Eu fui jovem, ingênua e burra. Sim, burra. Não bolei meu Plano B e o meu Plano A não se concretizou. Fui enrolada e agora estou sem plano nenhum, triste, simplesmente triste, e sem motivação.
Como recuperar as três semanas de esforço em algo que não levou a nada? Agora é tarde, Inês é morta. O sentimento geral é de frustração, porque eu me dediquei tanto, eu me esforcei tanto, e não deu certo - e a culpa nem é minha!
Prazos não se recuperam. Certos números são realmente impossíveis de se obter. Certas admirações extremadas se quebram, certas expectativas se quebram, mas a vida continua. Não restou nada, só uma frustração comigo mesma, porque eu não tinha outro plano. Burra *bate a cabeça na parede*.
Mas não tem problema, eu dou outro jeito agora. Não tô com raiva, só tô triste. Porque mesmo que eu consiga fazer o que eu queria fazer, eu não vou ter suporte pra isso, e sem suporte não há negócio. Eu dou um jeito; mas qualquer outro jeito não vai ser tão fácil e seguro quanto o que eu perdi, e eu não vou estar melhor preparada pra nenhum outro do que o que eu perdi. Tudo o que eu posso dizer agora é, que pena...
Nobody said it was easy
Oh it's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one's ever told me it'd be so hard
Oh take me back to the start
Passei as três últimas semanas empolgada, extasiada, esperançosa de que algo de muito bom pudesse acontecer comigo. Algo que salvaria a lavoura, algo que me lançaria ao estrelato, algo que seria realmente muita sorte se realmente tivesse acontecido, pelo menos a esta altura do meu (novo) campeonato.
Mas eu me segurei nessa opção e não bolei um Plano B, como a Close Reader mandou. Eu fui jovem, ingênua e burra. Sim, burra. Não bolei meu Plano B e o meu Plano A não se concretizou. Fui enrolada e agora estou sem plano nenhum, triste, simplesmente triste, e sem motivação.
Como recuperar as três semanas de esforço em algo que não levou a nada? Agora é tarde, Inês é morta. O sentimento geral é de frustração, porque eu me dediquei tanto, eu me esforcei tanto, e não deu certo - e a culpa nem é minha!
Prazos não se recuperam. Certos números são realmente impossíveis de se obter. Certas admirações extremadas se quebram, certas expectativas se quebram, mas a vida continua. Não restou nada, só uma frustração comigo mesma, porque eu não tinha outro plano. Burra *bate a cabeça na parede*.
Mas não tem problema, eu dou outro jeito agora. Não tô com raiva, só tô triste. Porque mesmo que eu consiga fazer o que eu queria fazer, eu não vou ter suporte pra isso, e sem suporte não há negócio. Eu dou um jeito; mas qualquer outro jeito não vai ser tão fácil e seguro quanto o que eu perdi, e eu não vou estar melhor preparada pra nenhum outro do que o que eu perdi. Tudo o que eu posso dizer agora é, que pena...
Nobody said it was easy
Oh it's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one's ever told me it'd be so hard
Oh take me back to the start
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Linux, eu quero o divórcio!

Estou oficialmente pedindo o divórcio ao Linux hoje. Casamento de gente famosa não dura mesmo...
Eu usei o Satux por dois meses, e ele é quase completamente perfeito! Em muitos aspectos, bem melhor do que o Windows ( ! ). Melhor que o XP, pelo menos, já que o Vista tem muitas coisas parecidas com o Linux em geral. Gadgets na barra de tarefas, mais barras pela área de trabalho, transparência da barra, não precisa instalar absolutamente NADA, nem driver de webcam, nem nada!
Aí é q tá o motivo nº1 pra eu querer voltar pro Windows: Eu não consigo instalar NADA. Baixei programas pra Linux, e como o Satux é adaptado do Debian, baixei os arquivos certos pra ele, instalei e... nada. Não achei o programa, alguns eu nem consegui instalar, aff. E eu queria justo o que não veio com o Satux: o Lmule (versão pra Linux do Emule).
Essa não foi minha primeira decepção com o Linux. Antes disso, eu descobri que a barra de rolagem do mouse não funciona nele! Motivo nº3, já que é o menos importante.
O Motivo nº2 é bastante incômodo: ele não toca vídeos com som. Youtube não toca com som, gente! Dá pra conceber isso? Arquivos de vídeo, videoclipes, também não. Filme em DVD não toca, simplesmente. Ah não, eu quero o divórcio!
...
Agora... alguém pode me ensinar a instalar o Windows quando o sistema atual é Linux? Tô no escuro aqui, e tô com MUITO medo de estragar tudo, já que não tenho dinheiro pra chamar alguém pra fazer o serviço. Eu preciso de um emprego T.T
domingo, 18 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
A Gata e o Gato

Em Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany's, 1961), Holly Golightly acha que Gato é um pobre coitado sem nome; os dois se encontraram perto do rio, ele está lá porque quer, já que Holly não é sua dona. Um não é dono do outro, do jeito que Holly quer. Ela se considera um espírito livre, uma coisinha selvagem, que não pode pertencer a ninguém, que não pode ser enjaulada. Ela considera que Gato seja igual.
“Todo homem pensa que se ele levar uma garota pra jantar, ela vai se enrolar aos seus pés como uma gatinha peluda.” – Holly acredita que os homens de sua sociedade domesticam suas mulheres de acordo com seus interesses, do mesmo modo que as pessoas domesticam seus gatos de acordo com seus interesses.
Gato acorda Holly; ele participa das festas de Holly à sua maneira, assistindo a agitação de cima das prateleiras. Ele espera por Holly na pia que nunca é usada, até que ela esteja infeliz – e é aí que Gato se mantém por perto, como quem não quer nada, não obrigando Holly a aceitar seu apoio. Gato espera por comida, sem reclamar, fiel e silencioso. Holly pega leite para Gato numa taça, e bebe uma parte. Ela sempre pensa em alimentar Gato, em ajudá-lo da maneira que puder, dando-lhe sardinhas.
Holly chama Paul Varjak de Fred, o nome de seu irmão, da pessoa que ela mais ama. Paul escreveu um livro de contos chamado Nove Vidas. No hemisfério norte, acredita-se que os gatos têm nove vidas ao invés de sete.
Moon River, wider than a mile, I'm crossing you in style some day. Oh, dream maker, you heart breaker, wherever you're going I'm going your way. Two drifters off to see the world, there's such a lot of world to see. We're after the same rainbow's end -- waiting 'round the bend, my huckleberry friend, Moon River and me. Pode-se interpretar a letra da canção-tema do filme em relação à perspectiva do Gato: Ele vai onde Holly for, à deriva pelo mundo afora, em busca do mesmo fim do arco-íris. Moon River pode significar os desejos de Holly em relação ao mundo, e a fidelidade do Gato a seu lado.
Em seu pequeno impulso cleptomaníaco, Holly e Paul roubam máscaras, de gato e cachorro, respectivamente. Isso pode ser um modo sutil e inteligente de ligar mais fortemente a personagem de Holly ao personagem do Gato.
Quando Holly não está em casa, Gato fica de guarda para ela, e tenta afugentar Paul – ele sabe que Holly não quer mais se prender a Paul. Quando o telefone toca, Gato é o primeiro a perceber, mas ele não pode ajudar mais – ele é só um gato, um pobre e velho gato perdido e sem nome. No apogeu da dor, os impulsos violentos de Holly também atingem o Gato, que se joga pelos ares quase tanto quanto os pedaços do quarto destruído – e do coração destruído. Enquanto Holly tricota, Gato nem se importa com o novelo de lã (objeto de preferência de vários gatos), e se adapta facilmente à nova mobília abrasileirada. Quase tentando avisar que há problemas à frente, Gato espera por Holly na janela. Paul traz Gato para o táxi, e ele espera docilmente por Holly.
“Sou como Gato; Somos dois coitados sem nome e sem dono. Nós nem pertencemos um ao outro!” – Tentando provar que ela e o Gato não pertencem um ao outro, ela enxota o gato do táxi – e não o faz sem encontrar resistência do animal. O gato não quer ficar sozinho, ele quer ficar com Holly. Paul deixa Holly e volta pelo Gato: pelos sentimentos puros de Holly que se exteriorizam no Gato. Em uma adorável epifania, Holly percebe que é bom pertencer a alguém e volta para pertencer a Paul e para ser dona de seu Gato. Desesperada, ela procura pelo Gato num beco, e ao mesmo tempo, Holly encontra sua parte domesticável, doce e pura, ao encontrar seu Gato.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Jane Austen's Persuasion
Um lindo romance, o último escrito pela grande Jane Austen. Você já ouviu falar nela, ou já viu algum filme baseado em sua obra, como Razão e Sensibilidade, Emma, Mansfield Park ou Orgulho e Preconceito. Ou ainda As Patricinhas de Beverly Hills, que é uma adaptação de Emma. Sim, pasme, é.
Não é um romance para menininhas ou senhoras. É um livro para todos, pois fala de muito mais coisas do que casamento - a primeira (e mais superficial) análise de Austen leva a crer que são livros sobre casamento. Austen critica sua época, é uma das bases literárias em ficção para o Feminismo, faz comédia de costumes como poucos, e é considerada a segunda escritora mais importante da Inglaterra - somente atrás de Shakespeare.
Nesta obra, Austen mostra as ironias de seu tempo, e de suas nuances. Casamentos arranjados, posições sociais, criação de títulos de nobreza, o crescimento da burguesia e o declínio da aristocracia. E principalmente, a posição das mulheres em todos esses movimentos.
Tudo tem suas nuances: Sir Elliot e sua vaidade, Elizabeth e sua vaquice, Mary e sua superficialidade, Frederick, oh, Frederick... O problema - e o objetivo desse post - é na verdade a alteração do elenco do filme. Sim, seria bem mais caro; mas seria bem mais adequado. E lá vamos nós.
Helena Bonham Carter (Anne Elliot): Tão diferente de seu pai, tão parecida com sua mãe, tão diferente das irmãs, e não apenas em aparência: Anne é forte, culta, e muito mais. Helena Bonham Carter apareceu na minha cabeça no momento em que li a descrição de Anne Elliot.
Hugh Jackman (Captain Frederick Wentworth): Levei 22 capítulos para ver Fred Wentworth, e seu rosto tinha o rosto do Wolvi. Olhe a imagem ao lado, retirada de Kate & Leopold, e não será necessário mais nada.
Kate Winslet (Mary Musgrove): Já em figurino, essa foi outra que eu visualizei na primeira cena reclamona. Kate Winslet reclamando é sempre algo agradável de se ver.
Emma Thompson (Elizabeth Elliot): Elizabeth deve ser poderosa, bonita, a única que pode persuadir Sir Elliot de qualquer coisa. E alguém que conseguiu manter Kellynch-hall em ordem depois da morte de Lady Elliot, também tendo sucesso similar em Bath. Tinha de ser Emma Thompson.
Hugh Grant (Mr Elliot): Eu sei que tem uma carga de Bridget Jones aqui, mas ele seria um excelente falso e miserável filho da mãe. E lindo. Por orgulho da Anne, eu sempre quis que todos os seus pretendentes fossem lindos. E ele seria um rival interessante para Jackman, pois muita gente diverge entre os dois.
Jonathan Rhys Meyers (Captain Benwick): Odiei o ator do filme de 1995. O Benwick não pode ser gordo ou feio, de jeito nenhum! Quero um Benwick jovem, deliciosamente lindo, com feições delicadas e olhos azuis hipnotizantes. E que possa retratar um sensível capitão de coração partido, afogado em Byron.
Fiona Shaw (Mrs Croft): Um dos acertos no elenco da versão de 1995, tem a Tia Petúnia como a Sra Croft. Fiona Shaw é uma excelente atriz, e foi uma excelente escolha.
Bom, esse é meu elenco decidido. Concordem, discordem, adicionem outros atores a outros papéis, à vontade.
Não é um romance para menininhas ou senhoras. É um livro para todos, pois fala de muito mais coisas do que casamento - a primeira (e mais superficial) análise de Austen leva a crer que são livros sobre casamento. Austen critica sua época, é uma das bases literárias em ficção para o Feminismo, faz comédia de costumes como poucos, e é considerada a segunda escritora mais importante da Inglaterra - somente atrás de Shakespeare.
Nesta obra, Austen mostra as ironias de seu tempo, e de suas nuances. Casamentos arranjados, posições sociais, criação de títulos de nobreza, o crescimento da burguesia e o declínio da aristocracia. E principalmente, a posição das mulheres em todos esses movimentos.
Tudo tem suas nuances: Sir Elliot e sua vaidade, Elizabeth e sua vaquice, Mary e sua superficialidade, Frederick, oh, Frederick... O problema - e o objetivo desse post - é na verdade a alteração do elenco do filme. Sim, seria bem mais caro; mas seria bem mais adequado. E lá vamos nós.
Helena Bonham Carter (Anne Elliot): Tão diferente de seu pai, tão parecida com sua mãe, tão diferente das irmãs, e não apenas em aparência: Anne é forte, culta, e muito mais. Helena Bonham Carter apareceu na minha cabeça no momento em que li a descrição de Anne Elliot.
Hugh Jackman (Captain Frederick Wentworth): Levei 22 capítulos para ver Fred Wentworth, e seu rosto tinha o rosto do Wolvi. Olhe a imagem ao lado, retirada de Kate & Leopold, e não será necessário mais nada.
Emma Thompson (Elizabeth Elliot): Elizabeth deve ser poderosa, bonita, a única que pode persuadir Sir Elliot de qualquer coisa. E alguém que conseguiu manter Kellynch-hall em ordem depois da morte de Lady Elliot, também tendo sucesso similar em Bath. Tinha de ser Emma Thompson.
Hugh Grant (Mr Elliot): Eu sei que tem uma carga de Bridget Jones aqui, mas ele seria um excelente falso e miserável filho da mãe. E lindo. Por orgulho da Anne, eu sempre quis que todos os seus pretendentes fossem lindos. E ele seria um rival interessante para Jackman, pois muita gente diverge entre os dois.
Jonathan Rhys Meyers (Captain Benwick): Odiei o ator do filme de 1995. O Benwick não pode ser gordo ou feio, de jeito nenhum! Quero um Benwick jovem, deliciosamente lindo, com feições delicadas e olhos azuis hipnotizantes. E que possa retratar um sensível capitão de coração partido, afogado em Byron.
Fiona Shaw (Mrs Croft): Um dos acertos no elenco da versão de 1995, tem a Tia Petúnia como a Sra Croft. Fiona Shaw é uma excelente atriz, e foi uma excelente escolha.Bom, esse é meu elenco decidido. Concordem, discordem, adicionem outros atores a outros papéis, à vontade.
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